GEOPOLÍTICA DO CAOS (2009)
“Talvez tenhamos tentado mudar demasiado o mundo durante o século XX. A tarefa que se nos impõe hoje, poderá ser afastarmo-nos e interpretá-lo um pouco mais.”
Slavoj Zizek

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Teaser do Espectáculo
IMPRENSA E MULTIMÉDIA
RDB - Rua de Baixo
Diário Digital

Reportagem - Sapo Notícias
SINOPSE

Como colocar em ordem um mundo que está a explodir por todos os lados? Um mundo despolitizado e desenraizado, onde a economia e os media governam e os políticos administram? Com que instrumentos intelectuais será possível entendê-lo, se o vemos na sua instantaneidade e é na sua instantaneidade que mais se nos escapa o seu significado.
Geopolítica do Caos, título retirado do livro homónimo de Ignacio Ramonet, é uma reflexão sobre o contexto actual da política internacional em formato performativo, que alia a pertinência de algumas questões político-filosóficas da geopolítica com o youtube, os videoclips, o teatro, as artes ou o cinema.
Este espectáculo estreou no âmbito do projecto Emergentes – Ciclo Novos Criadores/Novas Linguagens, uma iniciativa do Teatro Nacional Dona Maria II, em colaboração com o Festival Internacional de Almada, a 22 de Julho de 2009, na Sala-Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
  •   CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: Cátia Pinheiro e José Nunes *
  •   DESENHO DE LUZ: José Álvaro Correia
  •   COORDENAÇÃO TÉCNICA: Francisco Tavares Teles
  •   VÍDEO: Noëlle Georg
  •   CONSULTORIA CENOGRÁFICA: Nuno Silva
  •   VOZ OFF: Pedro Penim
  •   PRODUÇÃO EXECUTIVA: Joana Dilão
  •   CO-PRODUÇÃO: Estrutura / Teatro Nacional Dona Maria II
  •   ESTREIA: 22 de Julho de 2009, Sala-Estúdio Teatro Nacional Dona Maria II – Ciclo Emergentes, em co-apresentação com o 26º Festival Internacional de Almada

* A Dramaturgia do espectáculo foi criada a partir de vários textos e entrevistas de Ignacio Ramonet, Slavoj Zizek, Peter Sloterdijk, John Gray, Fareed Zakaria, Alain Badiou, Johnatan Meese, Marcel Duchamp, Paul Virilio, Étienne Balibar, Jacques Ranciére, Naomi Klein, Noam Chomsky, Paul Valéry e Tzvetan Teodorov